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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Diamanda Galas - Gloomy Sunday
I waited and waited
With flowers in my arms
All the dream has created
I waited 'til dreams,
Like my heart, were all broken
The flowers were all dead
And the words were unspoken
The grief that I know
Was beyond all consoling
The beat of my heart
Was a bell that was tolling
Saddest of Sundays
Then came a Sunday
When you came to find me
They bore me to church
And I left you behind me
My eyes could not see
What I wanted to love me
The earth and the flowers
Are forever above me
The bell tolled for me
And the wind whispered, "Never!"
But you I have loved
And I'll bless you forever
Last of all Sundays
domingo, 16 de setembro de 2012
May Blitz - Smoking The Day Away (1970)
O May Blitz foi um power trio britânico de heavy rock que esteve em atividade no começo da década de 1970.
O grupo foi formado em 1969 pelo baixista Terry Poole e o baterista Keith Baker, a "cozinha" do trio de blues-rock Bakerloo (ambos deixaram a banda quando Clem Clempson juntou-se ao Colosseum). Jamie Black juntou ao grupo nos vocais e guitarras, mas tanto Poole quanto Baker deixaram o grupo antes de ele gravar algo. Poole juntou-se ao Vinegar Joe e Baker ao Uriah Heep.[1] Black então adicinou o seu compatriota Reid Hudson no baixo e Tony Newman, que havia tocado com Jeff Beck, The Hollies e Sounds Incorporated, na bateria.
Após algum tempo tocando em pubs do Reino Unido, o grupo assinou um contrato com a Vertigo Records e lançou o seu álbum de estreia em 1970.[2] Um segundo álbum foi lançado no começo de 1971, mas o grupo não viu o sucesso rapidamente e decidiu encerrar as suas atividades no final de 1971. Black e Hudson, ambos nascidos no Canadá, voltaram ao seu país de origem, enquanto que Newman juntou-se ao Three Man Army.[2]
sábado, 15 de setembro de 2012
Os cinco melhores álbuns de sempre
5.º - Kraftwerk – “Trans-Europe Express”
A primeira e quase única vez que pedi dinheiro ao meu Pai para comprar o
quer que fosse, foi precisamente este disco. E lá fui eu sozinho à Valentim de
Carvalho que existia no Chiado, faz tantos anos que tenho vergonha de enunciar.
Esse investimento de cerca de 200$00 revelou-se acertadíssimo, comprei e ainda
hoje o tenho, um dos discos que mudou a história da música. Falar de Kraftwerk
é para mim um dos temas preferidos, é uma das minhas bandas preferidas de todos
os tempos, cheguei a ir a Dusseldorf, como cheguei a ir a Manchester (escuso de
referir porquê os mais atentos saberão) para conhecer o seu berço. Para tentar perceber
porque é que naquela cidade surgiu um dos movimentos experimentalistas (KrautRock),
no qual KraftwerK é o seu expoente máximo, que mais contribui para a evolução
da música moderna, nomeadamente a independente (hoje indie). Poderia estar aqui
horas as escrever nomes de bandas que foram influenciadas e que continuam a ser
por KraftwerK e pelo movimento krautrock, mas o mais importante é tentar
transmitir, a circunstância de ser um mundo de agradáveis sensações a desvendar
para aqueles que gostam de música. Apenas uma nota final nesta introdução, para
alguns será inflamatória, para outros não: - Nem os Beatles conseguiram
modificar, pela sua influência, a música como os KraftwerK.
Porquê “Trans – Europe Express” – Neste trabalho os talentosos KraftwerK
para além de fazerem música como até então antes nunca alguém tinha tentado
fazer, conseguiram efectuar um álbum melodioso, em que falam da Europa do seu
tempo e da Europa que esperam encontrar no futuro. Falam de pessoas, que vivem
como manequins, despidas de valores, que se preocupam apenas com o aspecto e o
aspecto dos outros, fazem uma maravilhosa imagem pela Europa “Interminável”,
onde descobrem em Berlim David Bowie e Iggy Pop a absorverem o melhor do que na
Alemanha se desbravava em termos musicais. Cantam sobre salas de espelhos
reveladores dos escondidos medos de quem neles se vê. Fazem tudo isto, sem
letras compridas, antes com frases-ideias. Com pouco dizem muito e ainda
conseguem a final do álbum fazer uma homenagem a Franz Shubert, talvez porque
se sentissem como ele sentiu durante a sua vida, mais um artista incompreendido
pelos seus contemporâneos", sem reconhecimento público. Em analogia com os
Kraftwerk, hoje, o estilo de Shubert é considerado por muitos como imaginativo,
lírico e melódico, fá-lo ser considerado um dos maiores compositores do século
XIX, marcando a passagem do estilo clássico para o romântico, tal como os
Kraftwerk marcaram a passagem da entoação Pop, para a “melodia automática humana.”
Kraftwerk é muito mais que homens a fingir que são robôs, Kraftwerk são homens que
depuraram as canções até à sua mais ínfima parte. Kraftwerk é kraftwerk, antes
e depois, mais ninguém fizeram música como eles.
·
Este
apontamento não foi totalmente revisto, peço desculpa pelas gralhas e outros
atropelos que possa ter, prometo que irei depurar o mesmo toda essa bicheza assim
que tiver um pouco mais de tempo ou paciência.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Devendra Banhart - Little yellow spider
One, two, three, four
Little yellow spider, laughing at the snow
Well maybe that spider knows something that I don't know
'Cause I'm goddamn cold
Little white monkey, staring at the sand
Well, maybe that monkey figured out something I couldn't understand
Who knows?
Well, I came upon a dancing crab, and I stopped to watch it shake
I said, "Dance for me just one more time
Before you hibernate and you come out a crab cake"
And hey there, little snapping turtle, snapping at a shell
Ah, there's mysteries inside, I know
But what they are I just can't tell for sure
And hey ya, little baby crow, you're looking kind of mean
I think I oughta spit before you start letting off your steam
For sure
And hey there, little sexy pig, you mated it with a man
And now you're got a little kid with hooves instead of hands
And oh, all of the animals
All of the animals
And hey there, little mockingbird, they sing about you in songs
Ah, where you been? Have you broke a wing?
I haven't heard you in so long
And hey there, little albatross, swimming in the air
Ah c'mon, you know I can't fly
And I, I think we really oughta play fair
And hey there, Mr. happy squid, you move so psychadelically
You hypnotize with your magic dance all the animals in the sea
For sure
And oh, all of the animals
All of the animals
And hey there, Mr. morning sun, what kind of creature are you?
I can't stare, but I know you're there
Goddamn, how I wish I knew
And hey there, Mrs. lovely moon, you're lonely and you're blue
It's kind of strange, the way you change
But then again, we all do too
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